O Hackathon Dsts participou da Virada da Saúde apresentando o case: Tecnologia na prevenção de dsts. Acaba de sair o relatório da Virada da Saúde 2016. 







Agradecemos a todos os atores que nos ajudaram a fazer do Hackathon um evento que está ecoando até agora. Este é resultado de uma organização bem feita, parcerias certas, trabalho responsável e focado em inovação e quebra de paradigmas. Com calma, tranquilidade e certeza dos resultados. Estamos felizes por ter aberto este caminho, esta discussão e com certeza um novo modelo que deve ser replicado. Eu, Marcela Liz, o Douglas Santana, e a Young Negócios e Inovação, estamos orgulhosos do nosso trabalho. Que muitas pessoas façam o mesmo e levem seu conhecimento para um bem muito maior que políticas pessoais e ajudem, de verdade, a melhorar um pouquinho a disseminação de conhecimento que faça diferença para muitas pessoas. Agradecemos ao Ceaids-SP e ao Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids - SP que nos concedeu um selo deste reconhecimento que nos deixou honrados. Espero que abracem fortemente novas iniciativas e que elas venham porque o mundo necessita. Com isso encerramos um ciclo e estamos prontos para novos desafios. Criar caminhos disruptivos é nossa vocação e nossa paixão.
Inovação e novas tecnologias para prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (IST) entre jovens. Este foi o tema da apresentação feita pelo UNAIDS Brasil e parceiros durante uma das sessões da 21ª Conferência Internacional sobre AIDS, que acontece em Durban, na África do Sul. Intitulada WhatsUp: Mobile Technologies, Multimedia and Mass Communications (E ai: Tecnologias Móveis, Multimídia e Comunicação de Massa, em português), a sessão teve entre seus participantes o Assessor para Mobilização Social e Trabalho em Rede do UNAIDS Brasil, Cleiton Euzébio de Lima.
A apresentação expôs os principais resultados da parceria entre UNAIDS, ABEME (Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual) e o CRT-São Paulo (Centro de Referência e Treinamento em DST/AIDS da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo): o desenvolvimento do Hackathon ABEME, uma maratona digital elaborada para incentivar as novas gerações de programadores e desenvolvedores de aplicativos e games a promover a educação sexual e a prevenção do HIV e outras IST, com foco no público jovem.
“O uso dessas novas tecnologias representa uma grande oportunidade de pensarmos sobre como dialogamos com a juventude e de fornecermos um novo espaço e novas ferramentas para trazer mensagens sobre prevenção e sobre o enfrentamento à discriminação”, comenta o Assessor para Mobilização Social e Trabalho em Rede do UNAIDS. “Há muitos desafios, mas o uso de aplicativos tem dado certo em diversos países, como pudemos debater aqui nessa sessão para a qual o UNAIDS Brasil foi convidado a participar”, explicou Lima.
Dois aplicativos ganharam destaque ao final do Hackathon realizado em São Paulo, no início desse ano: Becum Cami Sutra. OBecum foi idealizado como uma rede social sexual, no qual os usuários podem interagir uns com os outros e discutir abertamente as suas dúvidas em relação ao sexo e às ISTs. Já o Cami Sutra se propôs a erotizar o uso dos preservativos, aumentando a importância desses insumos e quebrando obstáculos para o uso durante as relações sexuais. Os aplicativos desenvolvidos estão sendo aprimorados e adaptados ao público-alvo com o apoio técnico do CRT-SP e do UNAIDS.
Outro destaque dessa sessão realizada durante a Conferência de Durban foi o aplicativo Tá na Mão, criado pela Prefeitura de São Paulo e lançado em dezembro de 2014. “É um aplicativo para orientar pessoas com uma avaliação de risco e de conduta a respeito de  infecções sexualmente transmissíveis, principalmente entre jovens gays e outros homens que fazem sexo com homens”, explicou Eliana B. Gutierrez, Coordenadora do Programa Municipal de DST/AIDS de São Paulo. “Observamos que não havia nenhum outro aplicativo semelhante: a pessoa pode identificar o risco de ter contraído uma IST e já ser informada sobre os passos que pode tomar em caso de risco elevado.”
A 21ª Conferência Internacional sobre AIDS tem o objetivo de apresentar novos conhecimentos científicos e oferecer debates sobre as principais questões relacionadas à resposta global ao HIV.  
O painel WhatsUp: Mobile Technologies, Multimedia and Mass Communications contou também com a participação de Laura Myers do Centro para o Desenvolvimento, Pesquisa e Avaliação da AIDS na África do Sul; Katie Biello, da Universidade Brown (EUA); Rusty Souleymanov, da Universidade de Toronto; Robert Remien, da Universidade Columbia; e Augusto Mathias, do Programa Municipal de DST/Aids de São Paulo.

20/07/2016 – 15h40
Inovação e novas tecnologias para prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) entre jovens. Este foi o tema da apresentação feita pelo Unaids Brasil (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids) durante uma das sessões da 21ª Conferência Internacional de Aids, em Durban, na África do Sul. Intitulada ‘E ai: Tecnologias Móveis, Multimídia e Comunicação de Massa’, a sessão apresentada pelo Unaids teve entre seus participantes o assessor para Mobilização Social e Trabalho em Rede do Unaids Brasil, Cleiton Euzébio de Lima.
A apresentação expôs os principais resultados do Hackathon ABEME, uma maratona tecnológica elaborada para incentivar as novas gerações de programadores e desenvolvedores de aplicativos e games a promover a educação sexual e a prevenção do HIV e outras DSTs, com foco no público jovem.  A maratona aconteceu por meio de uma parceria entre o Unaids, a ABEME (Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual) e o CRT-SP (Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids de São Paulo).
“O uso dessas novas tecnologias representa uma grande oportunidade de pensarmos sobre como dialogamos com a juventude. Ainda de fornecermos um novo espaço e novas ferramentas para trazer mensagens sobre prevenção e sobre o enfrentamento à discriminação”, comenta Lima. “Há muitos desafios, mas o uso de aplicativos tem dado certo em diversos países, como podemos debater aqui nessa sessão para a qual o UNAIDS Brasil foi convidado a participar”, explicou Lima.
Dois aplicativos ganharam destaque ao final do Hackathon realizado em São Paulo, no início desse ano: o Becum e o Cami Sutra. O Becum foi idealizado como uma rede social sexual, no qual os usuários podem interagir uns com os outros e discutir abertamente as suas dúvidas em relação ao sexo e às DSTs. Já o Cami Sutra se propôs a erotizar o uso dos preservativos, aumentando a importância desses insumos e quebrando obstáculos para o uso deles durante as relações sexuais. Os aplicativos desenvolvidos estão sendo aprimorados e adaptados ao público-alvo com o apoio técnico do CRT-SP e do Unaids.
Outro destaque dessa sessão realizada durante a Conferência de Durban foi o aplicativo Tá na Mão, criado pela Prefeitura de São Paulo e lançado em dezembro de 2014. “É um aplicativo para orientar pessoas com uma avaliação de risco e de conduta a respeito das DSTs, principalmente, entre jovens gays e outros homens que fazem sexo com homens”, explicou Eliana B. Gutierrez, coordenadora do Programa Municipal de DST/Aids de São Paulo. “Observamos que não havia nenhum outro aplicativo semelhante. Neste a pessoa pode identificar o risco de ter contraído uma DST e já ser informada sobre os passos que pode tomar em caso de risco elevado.”
O painel também contou com a participação de Laura Myers do Centro para o Desenvolvimento, Pesquisa e Avaliação da Aids na África do Sul; Katie Biello, da Universidade Brown (EUA); Rusty Souleymanov, da Universidade de Toronto; Robert Remien, da Universidade Columbia; e Augusto Mathias, do Programa Municipal de DST/Aids de São Paulo.



Os aplicativos Becun e CamiSutra são destaques na apresentação do case Hackathon Abeme na International AIDS Conference
O app Becum foi idealizado como uma rede social sexual, no qual os usuários podem interagir uns com os outros e discutir abertamente as suas dúvidas em relação ao sexo e às ISTs. Já o Cami Sutra se propôs a erotizar o uso dos preservativos, aumentando a importância desses insumos e quebrando obstáculos para o uso durante as relações sexuais. "O uso dessas novas tecnologias representa uma grande oportunidade de pensarmos sobre como dialogamos com a juventude e de fornecermos um novo espaço e novas ferramentas para trazer mensagens sobre prevenção e sobre o enfrentamento à discriminação”, comenta o Assessor para Mobilização Social e Trabalho em Rede do UNAIDS, Cleiton Euzébio.
Enfim, tivemos nossa apresentação na 21ª Conferência Internacional de Aids. O querido Cleiton Euzébio da Unaids fez as honras brilhantemente. Obrigada a todos os envolvidos. Este reconhecimento é de cada um de nós. Que venham novos desafios. O nosso continua o de fazer cada um dos aplicativos desenvolvidos no Hackathon sair do papel e ser replicado mundo à fora.

Por Cleiton Euzébio: Hoje, 19/07/2016 é dia de apresentar o trabalho sobre o Hackathon de Prevenção de IST e AIDS, realizado em parceria com a Abeme. Agradecimento especial aos idealizadores Marcela Liz e Douglas Ferreira. Agradecimentos também ao CRT DST/Aids da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo e ao Programa Municipal de DST/AIDS que apoiaram a atividade.


















Atenção, pessoal: estamos muito felizes em anunciar que seremos um dos assuntos do ‪#‎documentário‬ em ‪#‎longametragem‬ ‪#‎ATecnologiaSocial‬‪#‎programandoparaavida‬, a ser produzido pela galera da ‪#‎SincroniaFilmes‬. O projeto está linkado com nossa viagem a Durban, na África do Sul, e está aberto a captação de recursos e apoio no site de crowdfunding‪#‎Catarse‬. Conheçam, divulguem e se possível apoiem:


Mais uma conquista: o Hackathon Abeme é projeto selecionado para participação do 21ª Conferência Internacional de Aids - acontece em julho em Durban, África do Sul ‪#‎InternacionalAIDSconference‬
Queremos agradecer a todos os parceiros que acreditam que responsabilidade social pode fazer a diferença na prevenção e que se cada Empresa fizer a sua parte podemos ter um mundo melhor. A todos que apostaram na inovação, mesmo sem saber muito bem o que encontrariam do outro lado, mas seguiram sua intuição e colocaram sua assinatura neste projeto. Todos fazem parte desta história e do que vier através dela, para nós e para todas as pessoas beneficiadas por esta iniciativa.
Primeiro, nosso carinho à Paula Aguiar, que apoiou desde o começo e assinou conosco este projeto Abeme Brasil, e a todos os queridos que serão ou não citados, nosso mais especial agradecimento.
UNAIDS Brasil pelos queridos Cleiton, Daniel e Georgiana
Hot Flowers Produtos Sensuais queridos Lucas e Edvaldo
CRT DST/Aids Analice, incansável e determinada a nos ajudar. Robson, dra Maria Clara, dra Naila e a toda equipe. Ceaids-SP
Catarse Secretaria Estadual de Esporte, Lazer e Juventude Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo Sincronia Filmes a todos os palestrantes e apoiadores.

20/06/2016 - 15h05
Após a realização do Hackathon – Abeme, maratona tecnológica com foco na prevenção entre os jovens, que aconteceu no início deste ano, os organizadores apresentarão os resultados da iniciativa na 21ª Conferência Internacional de Aids, em julho, na África do Sul.  A Sincronia Filmes, a convite do Hackathon, quer transformar essa história em documentário chamado "A Tecnologia Social" e para isso criou um crowdfunding (financiamento coletivo) para ajudar a custear a ideia.
O Hackathon Abeme aconteceu em março deste ano. Neste evento, os mercados eróticos e sensuais reuniram-se ao de tecnologia e de saúde para um encontro inédito, promovendo um debate saudável sobre as possibilidades do empreendedorismo digital, que rendeu cinco aplicativos voltados à prevenção e educação sexual de jovens e adolescentes.
“Vamos apresentar um painel interativo e falar como foi o projeto no Brasil. Também teremos a oportunidade de apresentar os aplicativos e colocar para teste, pois alguns já estão muito avançados”, adiantou Douglas Santana, um dos idealizadores do Hackathon Abeme e especialista em negócios.
Dirigido por Patricia Innocenti, Nathalie da Silva Silveira, designer gráfica de 23 anos, é a protagonista brasileira que ajudará a contar essa história. Vencedora do Hackathon pela equipe Bacum, a jovem trocará experiências e conhecimento, pela internet, com uma sul-africana que desconhece os métodos e processos para se evitar DSTs, HIV e aids, promovendo um encontro das duas culturas.
“Com esse filme podemos mostrar um tema pouco abordado e uma causa que envolve particularidades que estão além da saúde pelo viés da inovação”, explica Emanuel Mendes, CEO da Sincronia Filmes.
Para custear viagem, hospedagem, alimentação da equipe mais a produção local (filmagem, aluguel de equipamentos e eventuais custos adicionais), a Sincronia Filmes está com uma campanha no Catarse, plataforma de financiamento coletivo, para arrecadar R$ 80 mil. Os interessados em apoiar o projeto podem clicar aqui. 
“Esperamos que esse documentário seja referência para abrir mais as discussões e que também possam pensar em políticas públicas pelo formato da inovação”, afirmou Douglas.
Veja o vídeo institucional feito para a divulgação do projeto do documentário em longa-metragem.

Daiane Bomfim (daiane@agenciaaids.com.br)

Hackathon ABEME na Virada da Saúde 2016













Filme institucional para o Hackathon ABEME, feito pela galera super da Sincronia Filmes. Nossos agradecimentos à produtora Janaína Zambotti, A. Nakamura, ao diretor Emanuel Mendes pelo empenho, profissionalismo e criatividade.
Assistam. Compartilhem.

Os aplicativos criados no Hackathon Abeme serão apresentados na Virada da Saúde SP 2016. Acompanhe a programação e participe





Foi com esta hashtag, o #hackforlife, que o Hackathon ABEME – a maratona de programação organizada pelos empreendedores Marcela Liz e Douglas Santana (este último não por acaso sócio do diretor Emanuel Mendes também no projeto beeyou), junto da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo e diversas outras entidades (como a ONU) – se desenvolveu e culminou em um importante evento de fim de semana (12 e 13 de março de 2016), gerando, segundo seus arranjadores, “cinco aplicativos centrados em DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis), evitar a contaminação, e ter uma vida sexual mais bem informada e mais feliz”, como conta Marcela. “Foi um acontecimento, um sucesso tão grande e acho que nenhuma das pessoas envolvidas tinha sequer ideia do tamanho desse sucesso, especialmente o Mercado Erótico (o evento foi uma parceria inédita com o setor)”, conta Paula Aguiar, presidente da ABEME – a organização que congrega as empresas do mercado erótico e sensual no Brasil. “Estou emocionadíssima, foi de uma energia muito do bem, muito especial – ver todas essas pessoas empenhadas em ajudar outras pessoas.”     
“Ficamos orgulhosos de poder participar disso tudo”, conta a produtora Janaína Zambotti, que acompanhou todo o processo, desde o início, inclusive dos chamados “Esquentas”, os quais rolaram em janeiro e fevereiro de 2016. “Espero que os desdobramentos de todo esse projeto se estendam para que mais e mais pessoas consigam ter acesso à informação sobre as DSTs e outras doenças, e ainda por cima utilizando uma ferramenta super bacana, o aplicativo, literalmente na palma de suas mãos”, continua Zambotti. “O que achei mais bacana disso tudo foi que, uma vez que era um projeto direcionado ao jovem/adolescente, os organizadores tiveram a sensibilidade de chamar justamente jovens para desenvolver os aplicativos, ao contrário de equipes mais veteranas ou mesmo empresas estruturadas. Foi a linguagem jovial conversando com a linguagem jovial.”
Além das entrevistas colhidas durante o Hackathon, que você pode assistir abaixo, a Sincronia também preparou um institucional/corporativo (dirigido por Emanuel Mendes) para a divulgação do projeto. “Esperamos que os vídeos, todo o material audiovisual, consiga se conectar com as pessoas, unindo-as pelo bem comum”, finaliza Janaína.
Confira abaixo algumas das entrevistas:  
Paula Aguiar - Presidente da Abeme
Lucas Bertipaglia, diretor da HotFlowers

Rodolfo Hermida, da Organização Panamericana da Saúde:

Daniel Cardoso, do site Aplicativos9, e um dos mentores dos grupos:

Tarcísio  Carvalho, coordenador da Secretaria da Juventude


Equipe Becum vencedora na categoria comunicação. Pierre, Nathalie e Allan
Pierre, de 27 anos, Nathalie, de 23 anos e Allan, de 27 anos. Eles formam a equipe Becum que pensou em criar um aplicativo que funciona como uma "rede social do sexo". 

O usuário interessado em fazer parte desta rede pode fazer um cadastro simples através da própria interface do aplicativo, pode se conectar por meio de uma rede social como o Facebook ou Google+, ou também pode acessar o app sem ter um cadastro, mas a visita de usuários não cadastrados limita o acesso para alguns recursos do app.

Momento de trabalho da equipe Becum
Dentro do aplicativo, o usuário personaliza suas preferências e interesses. O aplicativo filtra os conteúdos desmarcados para que o usuário não encontre em sua timeline o conteúdo que não seja do seu interesse ou que lhe agrida de alguma forma.

O app também traz uma lista de informações úteis sobre DST's, HIV/AIDS, locais de testagem e ONG's. Ele também oferece um local para dúvidas mais frequentes, além de um espaço para o usuário fazer suas próprias perguntas. Um diferencial: o app promete também ter um espaço para sugerir baladas, saunas e lugares de interesse que tenham a prevenção contra DST's como bandeira.

Paula Aguiar, Presidente da ABEME entre os membros da equipe Becum

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Rodrigo Eiras da Silva
rodrigoeiras@terra.com.br
Repórter Especial para a Hackathon ABEME
Equipe vencedora na categoria Educação. Bruno, Pedro, Vitor e Leonardo

A final da Hackathon ABEME premiou duas equipes. Uma na categoria educação e outra na categoria comunicação. Na categoria educação a equipe criadora do aplicativo "Cami Sutra" venceu.

O grupo composto por Bruno Freire de Souza, de 27 anos, Pedro Ribeiro de Almeida, de 25 anos, Vitor Hirata Sanches, de 21 anos e Leonardo Martins Nunes, de 26 anos, enxergou na Hackathon ABEME a oportunidade de colocar em prática o desenvolvimento de um aplicativo, projeto que em outros moldes já vinha sendo planejado e adiado por eles.

A temática da maratona que envolve prevenção de DST's, tratamento, saúde e sexualidade foi uma motivação a mais para a participação na maratona. Por observarem situações de preconceito, discriminação e desinformação na sociedade, o grupo quer trazer através do seu aplicativo uma visão de conscientização social para desconstruir preconceitos, e construir uma nova visão de sexo seguro com prazer.

Equipe trabalhando e compartilhando conhecimento no primeiro dia de maratona
Com uma ideia original, o grupo criou um aplicativo intitulado "Cami Sutra". O app, que tem como perspectiva futura ser colaborativo, erotiza o uso dos preservativos, apresenta tópicos segmentados que contemplam a diversidade sexual, diferentes configurações de casais, ensinando técnicas, métodos e diferentes jeitos de se obter prazer fazendo sexo seguro. O app também alerta para as consequências do não uso do preservativo.

Equipe Cami Sutra no segundo dia de maratona, após apresentação do aplicativo

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Rodrigo Eiras da Silva 
rodrigoeiras@terra.com.br
Repórter Especial para a Hackathon ABEME

Detalhe do momento de trabalho de uma das equipes
Na manhã deste segundo e último dia de maratona, as equipes apresentaram suas propostas de aplicativos. Na Hackathon ABEME 2016, cinco equipes trouxeram ideias de muita qualidade e criatividade para desenvolver.

Conheça um pouco da proposta de cada equipe.

Equipe QS+ (Quero Saber Mais):  Bruno, Maria Lucia, Christiane e Ivan

Proposta: Desenvolver um aplicativo informativo direcionado a educadores. De professores, pedagogos, até pais e mães de jovens. O aplicativo, além de estar acessível nos dispositivos móveis, também funciona como uma plataforma online que pode ser acessada através de um computador. O app promete receber atualizações constantes. Mantendo-se sempre vivo, não caindo em desuso por estagnação de conteúdo. O app oferece ainda o direcionamento de links úteis para páginas de conteúdo confiável que informam sobre a prevenção de DST's, tratamentos, leis e direitos humanos.


Equipe Incógnito: Caio, Lucas e Victor

Proposta: Um aplicativo acolhedor que mescla fórum, perguntas, respostas e relatos anônimos. O usuário tem a possibilidade de se conectar através do Facebook, mas o aplicativo não publica nada em sua timeline. Os usuários comuns aparecem como anônimos dentro do app. Especialistas que se interessarem em participar do app compartilhando seu conhecimento, esclarecendo dúvidas e participando de maneira geral podem se cadastrar como perfis de especialistas. Seus perfis são verificados e exibidos com uma identificação diferente dos demais usuários, para que eles sejam identificados como provedores de conteúdo confiável.


Equipe Cami Sutra: Bruno, Pedro, Leonardo e Vitor

Proposta: Com um nome que faz referência ao Kama Sutra, o Cami Sutra chegou com a proposta de apresentar formas diferentes do uso de preservativos, incluindo brinquedos sexuais e fetiches. A equipe pensou em um aplicativo informativo, organizado por tópicos segmentados, que traz ao usuário um novo olhar sobre o uso de preservativos. A erotização dos preservativos: mostrar que seu uso não precisa ser encarado somente como método preventivo de gravidez e DST's, mas também entender que há ideias, métodos e técnicas prazerosas de uso. Se o Kama Sutra apresenta diversas posições sexuais, o Cami Sutra traz as mais criativas e diferentes formas de ter prazer fazendo sexo seguro.


Equipe Becum - Pierre, Nathalie, Allan e Matheus (ausente na foto)

Proposta: Uma "rede social do sexo". Para um público maior de 18 anos, o usuário decide se terá um perfil visível ou invisível aos outros usuários. Dentro do app é possível selecionar o tipo de conteúdo que deseja encontrar, personalizando suas preferências. O aplicativo também traz uma lista de links e informações úteis sobre prevenção, tratamento de DST's e locais de testagem. Um diferencial: o app promete também ter um espaço para sugerir baladas, saunas e lugares de interesse que tenham a prevenção contra DST's como bandeira.


Equipe +Amigos: Naila, Denilson, Hector, Henrique

Proposta: Criação de um game de estilo RPG, com várias opções de construção de avatar que o usuário pode construir incluindo seu gênero biológico e conduta sexual. Todas as formas de gênero e conduta são consideradas e podem ser combinadas à critério do jogador. O jogo é composto por etapas onde o avatar passa por situações de maior ou menor exposição ao risco de contrair uma DST. Dentro dessas situações balões informativos avisam o jogador sobre os riscos da situação, promovendo a conscientização e a prevenção. Se o avatar do usuário contrair algum vírus, ele passa para uma nova etapa do jogo que informa sobre formas de tratamentos e de como obter ajuda. 


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Rodrigo Eiras da Silva
Repórter Especial para a Hackathon ABEME